segunda-feira, 8 de maio de 2017

COLONIZAÇÃO - MADEIRA , AÇORES . TERRITÓRIOS EM ÁFRICA, AMÉRICA E ÁSIA - SEC. XVI

OS TERRITÓRIOS NA AMÉRICA

Em 1500 este território era habitado por tribos nómadas de caçadores e recolectores.
Inicialmente os poucos colonos que se lá fixaram, mandavam para Portugal apenas animais exóticos e o pau-brasil.
A colonização foi feita dividindo-se o Brasil em capitanias para se fazer um intensivo aproveitamento agrícola. Introduziu-se o cultivo da cana-de-açúcar e a mão-de-obra era composta por escravos africanos.
À medida que a produção de açúcar começa a dar lucro, surgem os ataques de Franceses, Holandeses e Ingleses e disputas entre os vários capitães-donatários.
O rei português na altura era D. João III, que resolve então criar um Governo Geral no Brasil com um Governador-Geral (o 1º foi Tomé de Sousa).

OS TERRITÓRIOS EM ÁFRICA


O principal objectivo dos portugueses, em África, era controlar todo o comércio do ouro, malagueta, marfim e escravos, isto é, ter o seu monopólio. Tiveram, para isso, que vencer a concorrência dos Muçulmanos que também comerciavam esses produtos.


Construíram então, no litoral, feitorias, isto é, armazéns fortificados, dirigidos por um feitor: aí armazenavam os produtos africanos que os indígenas traziam do interior para a costa e que trocavam por trigo, sal, panos coloridos e bugigangas. Praticava-se pois a troca direta.

OS TERRITÓRIOS NA ÁSIA



A descoberta do caminho marítimo para a Índia permitiu aos portugueses passar a comerciar os preciosos produtos do oriente. Chegavam em maior quantidade e mais baratos, uma vez que não havia intermediários.
Porém, era preciso assegurar o domínio de alguns portos e cidades e prevenir os ataques dos muçulmanos, povo que anteriormente assegurava o comércio dessas mercadorias por terra. Para tal, D. Manuel nomeou vice-reis.
O primeiro foi D. Francisco de Almeida que tentou dominar os mares e estabelecer acordos com os chefes locais. O segundo foi Afonso de Albuquerque que conquistou as cidades de Goa, Ormuz e Malaca.
A partir da Índia os portugueses chegaram à China, ao Japão e às ilhas de Timor, Indonésia, Molucas. As naus portuguesas vindas da Índia (carreira da Índia) chegavam a Lisboa carregadas de especiarias, panos de seda e porcelanas da China, tapeçarias da Pérsia, madeiras exóticas, perfumes...

COLONIZAÇÃO DOS AÇORES



Também nos Açores se utilizou o sistema de capitanias para a colonização. O seu povoamento foi porém mais lento devido à grande distância a que se encontravam do continente.
As principais actividades dos colonos nas ilhas dos Açores eram a agricultura e a criação de gado; as principais riquezas deste arquipélago, nesta época, eram os cereais, o gado bovino e ovino e as plantas tintureiras (pastel, urzela e dragoeiro).

BOM PARA ESTUDAR - ESQUEMA RESUMO O IMPÉRIO PORTUGUÊS SÉC. XVI



Império Português no século XVI

Império Português - os Portugueses na Ásia

hgp - o Império Português - os Portugueses em África

hgp - Descoberta da Madeira e dos Açores

sábado, 6 de maio de 2017

A viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães

A viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães




A 20 de setembro de 1519, Fernão de Magalhães partiu de Sanlúcar de Barrameda (junto à foz do rio Guadalquivir) para efetuar a primeira viagem de circum-navegação - uma viagem à volta da Terra.


Esta autêntica aventura foi feita ao serviço do rei de Espanha, Carlos V, pois Fernão de Magalhães não estaria nas boas graças de D. Manuel I.

Fernão de Magalhães capitaneava 5 navios e uma tripulação de 250 homens, constituída, sobretudo, por portugueses e espanhóis. Os pilotos eram portugueses, pois eram os únicos que tinham experiência nas travessias do Atlântico sul.


A expedição foi muito conturbada, com revoltas na tripulação e falta de alimentos.
Foi descoberta a passagem do oceano Atlântico para o Pacífico ao sul da América e essa passagem tem, nos dias de hoje, o nome do seu descobridor - Estreito de Magalhães.

No arquipélago das Filipinas, Fernão de Magalhães envolveu-se num conflito entre tribos e foi morto.
A viagem foi concluída sob a chefia de Juan Sebastián Elcano, chegando este navegador a Sevilha (ou a Sanlúcar de Barrameda) no dia 6 de setembro de 1522 (3 anos após a partida).
Regressaram, num único navio, a nau Vitória, apenas 18 homens dos que partiram e alguém lhes chamou "cadáveres-vivos", tal era o seu estado.


resumo para o teste de HGP - a crise do século XIV e início da expansão portuguesa


RESUMO PARA O TESTE - A CRISE DO SÉCULO XIV - A EXPANSÃO PORTUGUESA 


1383-85 - Um Tempo de Revolução
A crise económica e social

Na segunda metade do século XIV, Portugal viveu tempos difíceis:

-Más condições climatéricas, que destruíram as colheitas e provocaram fomes;

-Guerras com Castela;

a má alimentação da população fazia com que tivessem menos defesas e apanhassem doenças, especialmente a Peste Negra.

A Peste Negra foi uma grande epidemia que alastrou por toda a Europa; em Portugal matou cerca de um terço da população (500 000 pessoas).

Para melhorar a situação da agricultura e evitar o abandono dos campos, D. Fernando publicou:

A Lei das Sesmarias: obrigava todos os donos de terras a fazê-las cultivar, sob pena de ficarem sem elas, e obrigava mendigos e vadios a trabalharem, sobretudo na agricultura.

Para proteger o comércio externo, fundou a Companhia das Naus: uma espécie de seguro destinado aos que perdessem os barcos.

Contudo, a situação do país agrava-se com a morte de D. Fernando, em 1383.

CRISE POLÍTICA

Quando D. Fernando morre, sua filha D. Beatriz estava casada com D. João, rei de Castela.

O acordo de casamento (Tratado de Salvaterra de Magos), para garantir a independência de Portugal, previa que, até o filho de D. Beatriz ter catorze anos, seria regente D. Leonor Teles.

D. Leonor manda aclamar D. Beatriz como rainha e tem como conselheiro um fidalgo galego: o Conde Andeiro.

Esta situação, aliada às dificuldades económicas, vai dividir a sociedade portuguesa:

de um lado, a maioria da nobreza e do clero aceitam D. Beatriz como herdeira legítima;

do outro, o povo e, sobretudo, a burguesia, não a aceitam e revoltam-se, receando a perda da independência do reino. A burguesia, chefiada por Álvaro Pais, e tendo do seu lado o povo de Lisboa, prepara então uma conspiração para matar o Conde Andeiro e escolhe D. João, Mestre de Avis, para executar essa tarefa.
O Mestre de Avis tinha fácil acesso ao Paço da Rainha uma vez que era filho (ilegítimo) do rei D. Pedro.

A invasão castelhana

Perante o clima de revolta que se vive, D. Leonor foge para Santarém e pede ajuda ao rei de Castela.

Receando a invasão castelhana, o povo de Lisboa escolhe o Mestre de Avis como Regedor e Defensor do Reino. A burguesia também o apoia, sobretudo com dinheiro para preparar o exército.

O rei de Castela invade então Portugal. A chefiar o exército português está D. Nuno Álvares Pereira, o Condestável. Os portugueses vencem a Batalha dos Atoleiros, no Alentejo, utilizando a táctica do quadrado (que vem a ser novamente usada na Batalha de Aljubarrota).

O rei de Castela cerca Lisboa e quase vence, mas tem de levantar o cerco devido a uma epidemia de peste.

Entretanto, e dada a gravidade da situação, reúnem-se Cortes em Coimbra em 1385, onde o jurista João das Regras prova que, de todos os candidatos, o Mestre de Avis é quem tem direito a ser rei de Portugal.

O rei de Castela, sabendo da aclamação de D. João como rei, invade de novo Portugal, travando-se então a Batalha de Aljubarrota (14 de Agosto de 1385), tendo vencido os portugueses, apesar de serem em menor número.

Para comemorar esta vitória, D. João I mandou construir o Mosteiro da Batalha.

A consolidação da independência

Tudo o que se passou entre 1383 e 1385 provocou profundas alterações na sociedade portuguesa.

Parte da nobreza que apoiara D. Beatriz fugiu para Castela, perdendo bens e privilégios. Os que apoiaram o Mestre de Avis foram recompensados com terras e títulos de nobreza e a burguesia passou a ter como tanto queria, mais influência na política do país.

D. João I, que dá início à segunda dinastia - a Dinastia de Avis - fez um tratado de amizade com Inglaterra (o mais antigo tratado da Europa) e casa com D. Filipa de Lencastre (da família real inglesa).

Em 1411 é finalmente assinado um tratado de paz com Castela.

Resolvida a crise política, faltava agora resolver a crise económica.

Portugal, com esta "nova geração de gentes", vai iniciar a grande aventura dos Descobrimentos.

A EXPANSÃO PORTUGUESA

A Crise do século XIV e as Condições para a Expansão Marítima Portuguesa

Como te recordas, Portugal no século XIV viveu um período de crise através da fome, da Peste Negra e das guerras Fernandinas, ao que se seguiu a revolução de 1383-85.

Assim, no início do século XV, Portugal era um reino independente, em Paz, com uma nova Dinastia, a de Avis, mas pobre devido:

• à escassez de cereais que aí persistia;

• ao querer pôr fim ao benefício que os comerciantes muçulmanos possuíam, devido às relações comerciais que efectuavam entre a Europa e o Oriente;

• à falta de ouro, necessário para as trocas comerciais.


Tendo realizado um tratado de paz com Castela em 1411, Portugal não podia conquistar terras castelhanas, logo as atenções portuguesas voltaram-se para a expansão marítima.

A procura de novas terras interessava a todos os grupos sociais:


A NOBREZA queria aumentar os seus domínios senhoriais e obter novos cargos e títulos;

. O CLERO pretendia espalhar a Fé Cristã em territórios de infiéis;

A BURGUESIA pretendia obter mais lucros fazendo comércio em novos territórios, com novos e mais produtos;

O POVO tinha a esperança de melhorar as suas condições de vida;

Por fim, o REI queria resolver os problemas do reino.
CONDIÇÕES QUE TORNARAM POSSÍVEL OS DESCOBRIMENTOS:

As Condições naturais: uma boa localização geográfica; uma extensa linha de costa; a existência de bons portos naturais.

As Condições humanas: povo habituado a lidar com o mar, devido à pesca e ao comércio marítimo com o Norte da Europa e o Mar Mediterrâneo; conhecimentos adquiridos, que resultaram do contacto com outros povos, como os Árabes, sobre o uso de instrumentos, os astros e o cálculo matemático.
Embora Portugal tivesse todas estas condições favoráveis para se lançar na expansão marítima, precisava de superar ainda os medos e as superstições que havia naquela época. De facto, o conhecimento sobre o mundo era muito pequeno. No início do século XV, os europeus, além do seu continente, sabiam da existência de uma pequena parte do Norte de África e de uma parte da Ásia.

Esse desconhecimento levou ao surgimento de Lendas. Dizia-se por exemplo que os barcos que navegassem para sul da costa africana seriam engolidos pelo “Mar Tenebroso”. Nessa zona, existiriam grandes ondas, monstros marinhos, o mar ardia como fogo e o calor seria tanto que os homens brancos ficavam pretos. Outras Lendas diziam as terras a sul do cabo Bojador seriam povoadas por seres fantásticos e maravilhosos, como animais estranhos e homens monstruosos, com um só olho, com cabeça de cão, sem cabeça, com uma só perna que atacavam quem se aproximasse.

Todas estas Lendas e personagens misteriosas incutiam o medo nos navegadores, que os impediam de navegar no oceano Atlântico, tornando assim os Descobrimentos portugueses numa aventura incomparável. As viagens portuguesas significaram o fim de muitas Lendas e imprecisões sobre mares, terras e povos longínquos.

Instrumentos e Técnicas de Navegação

Ao longo do século XV, os portugueses utilizavam uma navegação de cabotagem, utilizando barcos pequenos com um único mastro com uma vela quadrangular como o barinel e a barca. Estas embarcações não permitiam superar as dificuldades de navegar para sul com baixios, ventos e as correntes marítimas desfavoráveis.

Para superar estas dificuldades era necessário abandonar a navegação costeira e avançar para o mar alto, passando a navegação a ser feita pelos Astros, a chamada navegação astronómica, orientada pela Estrela Polar (hemisfério norte) e pelo Cruzeiro do Sul (hemisfério sul), através da utilização de novos instrumentos como o astrolábio, a balestilha, o quadrante e a bússola.

O quadrante permitia determinar a distância entre o ponto de partida e o lugar onde a embarcação se encontrava, cujo cálculo se baseava na altura da Estrela Polar. Tinha a forma de um quarto de círculo, graduado de 0º a 90º. Na extremidade onde estavam marcados os 90º tinha duas pínulas com um orifício por onde se fazia pontaria ao astro. No centro tinha um fio de prumo. Observando a posição do fio de prumo lia-se a graduação que indicava a altura do astro.

O astrolábio servia para medir a altura dos astros, para permitir que fosse calculada a latitude. Era mais vantajoso que o quadrante, não só porque era mais fácil trabalhar à luz do dia, mas também pelo facto de a Estrela Polar não ser visível no hemisfério sul.

A balestilha que ajudava a determinar a latitude a que um navio se encontra. Mede a altura de um astro ou a distância angular entre dois astros.

A bússola que permite definir a direcção e o rumo a seguir.

Os dados recolhidos por estes instrumentos eram anotados e usados na elaboração de cartas náuticas, que continham indicações para a navegação, como as linhas de rumo.

Simultaneamente assistiu-se ao desenvolvimento da matemática, da astronomia e da cartografia.

Por outro lado, surgiu um novo tipo de barco, a Caravela, que era mais rápida e leve, possuía dois ou três mastros com velas triangulares que permitia bolinar, isto é navegar com ventos contrários.

Ceuta, uma cidade apetecível

Ceuta no Norte de África era uma cidade famosa no século XV. Desta cidade vinham para a Europa numerosas mercadorias como ouro, marfim, escravos e especiarias (pimenta, noz-moscada, canela, cravinho...), através de Rotas Comerciais dominadas pelos Muçulmanos, que provinham do Oriente ou do centro de África.

A cidade de Ceuta além da sua importância económica, representava também um importante ponto estratégico devido à sua localização geográfica, no Estreito de Gibraltar, entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico. Quem a dominasse controlaria a entrada e saída de barcos no Mar Mediterrâneo.

Perante estes factos, a expansão marítima portuguesa virou-se para esta cidade. Assim, em 1415 D. João I acompanhado pelos filhos mais velhos, D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique, partiu de Lisboa a comandar uma forte armada que tinha como destino o norte de África, para conquistar Ceuta. A sociedade pensava que com a conquista desta cidade traria a solução para muitos dos seus problemas. Uns queriam espalhar a Fé Cristã, outros possuir mais terras e cargos e outros apenas melhorar as suas condições de vida.

Os Mouros foram apanhados de surpresa, sendo que, em apenas um dia a cidade de Ceuta foi conquistada e ficou nas mãos dos portugueses.

Era o início da Expansão Portuguesa, ou seja, o alargamento do território português para outros continentes.

O que parecia a ser um enorme sucesso veio a revelar-se um fracasso, não resolvendo os problemas portugueses, pois os Árabes desviaram as rotas comerciais para outras cidades e passaram a atacar Ceuta. Estes factos fizeram com que Portugal tivesse mais despesas do que lucros, para manter a cidade de Ceuta.

Portugal e Castela vão lutar pelo domínio dos territórios descobertos, sendo que estes conflitos só são resolvidos com a intervenção do Papa que levou os dois reinos a assinar o Tratado de Tordesilhas em 1494. Com esse tratado o mundo ficava dividido por um meridiano que passava a 370 léguas a ocidente de Cabo Verde. Ficando as terras descobertas a oriente desse meridiano para Portugal e as descobertas a ocidente para Castela.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

(hgp): Lisboa Quinhentista

Cantinhos virtu@is ... aprendizagens reais! (hgp): Lisboa Quinhentista: Lisboa Quinhentista                                                                                    More PowerPoint presentations fr...

sábado, 22 de abril de 2017

HGP 5ºano as primeiras comunidades

     HGP- As primeiras comunidades


1-Completa as frases seguintes:

Os primeiros habitantes da Península Ibérica abrigavam-se em __________ e dedicavam-se à _________ e à __________.Recolhiam da natureza o que lhes oferecia. Eram, por isso, _____________.


2-Explica o sentido da frase seguinte:
“O homem recoletor era nómada”.


3- Atenta na frase seguinte e indica três utilizações que os povos recolectores deram ao fogo.
      “A descoberta do fogo foi muito importante para o homem primitivo.”



4- Completa as frases seguintes:
Algumas das grutas onde viveram as comunidades recoletoras apresentam figuras onde estão representados ___________ ou cenas de ________, as quais são designadas pinturas__________.
5- Indica quatro ocupações dos povos das comunidades agropastoris.

6- O homem das comunidades agropastoris seria nómada ou sedentário? Justifica a tua resposta.




7-Observa os documentos.

 
 

  DOC.4_____________       DOC.5 _______        DOC.6 _______
7.1. Preenche a legenda dos documentos 4, 5 e 6, distinguindo cada uma das construções representadas.



7.2. Regista o nome dado a estas construções feitas com pedras de grandes dimensões.




7.3. Refere a função a que se destinava a construção representada no documento 4.


8- Observa o mapa da figura 1.




 
8.1- Completa a legenda do mapa
escrevendo o nome do povo que
se fixou na área tracejada.

 


9-Os povos do Norte e Oeste da Península Ibérica viviam em povoações chamadas castros.
Indica duas características dos castros.
1. ________________________________________________________________
       2. ________________________________________________________________

10- Preenche os espaços em branco.
§  “As armas e os instrumentos dos Celtas feitos em _________________ eram mais resistentes do que os feitos em ____________________.”
§  “Os povos do Sul e Sudeste da Península Ibérica eram mais evoluídos do que os do Norte, porque comercializavam com os ____________, os _____________ e os _______________.”

11- Observa com atenção a figura 2.


A -Fenícia / B- Grécia / B- Cartago / D- Península  Ibérica 

11.1 Faz a legenda do mapa da figura 2 com o auxílio das palavras indicadas na legenda do mapa.
12. Preenche o esquema indicando três produtos levados da Península Ibérica e três produtos trazidos para a Península Ibérica por estes povos.